Não me dê flores, me dê prazer

 


Me dê o prazer da intimidade, para conhecer os seus horizontes e o que está para além deles.
Me dê o prazer do interesse genuíno pelo que eu faço, pelo que compartilho, pelo que expresso.
Me dê o prazer de um colo seguro, da escuta ativa e do acolhimento.
Me dê o prazer de compartilhar risadas, choro, fala, prazer e silêncio.
Me dê o prazer da verdade, da sensibilidade e vitalidade.
Me dê o prazer da liberdade, de sentir, de fazer, de ser!
Me dê o prazer do respeito, ao que eu quero e ao que não quero também!
Me dê o prazer de criar, experimentar e explorar novas possibilidades!
Me dê o prazer de contemplar bons momentos, juntos ou não!
Me dê o prazer de ver o tempo parar, e de sentir esse mesmo tempo voar!
Me dê o prazer do equilíbrio, entre a solitude e a companhia!
Me dê o prazer de te apresentar quem sou desnuada, sem medo e sem pudor!
Desfrute com carinho e prazer de toda reciprocidade que me habita!
Permita-se cada prazer, do mais sutil ao mais voraz!

Mesmo que não nos deem esses prazeres, sigamos empenhadas em nos permitir sentir, procurar e encontra-los nas nossas escolhas e ações diárias, em quem somos, no que fazemos... em nós mesmas! Que o prazer vire rotina!

Afetivamente,
Allyne Amaral 🌼


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Como a Psicanálise e a Psicologia Positiva contribuem para o seu Florescimento

Perdão: o que isso tem a ver com sua saúde mental?

Psicólogos online: a nova tendência da terapia.