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Descubra o caminho para uma vida mais produtiva e menos exaustiva

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Você pode estar se perguntando: “Mas Milena, dá para ser produtiva sem ficar exausta?”. Claro que sim! Especialmente porque o objetivo da produtividade não é te esgotar física, intelectual e emocionalmente. Muito pelo contrário. Produtividade é conseguir cumprir as suas tarefas com eficiência, satisfação e alegria. Tendo isso em mente, o caminho rumo à uma vida mais produtiva e menos exaustiva, começa com a aplicação desses 4 passos: 1. PRIORIZAR Olhe para a sua lista de afazeres e se pergunte: “Quais itens são mais importantes ou precisam ser feitos logo?”. Começar por eles vai reduzir a sua ansiedade . 2. DISTRIBUIR Você não precisa (nem deve) fazer tudo em um dia só. Distribuir os afazeres estrategicamente, pensando nos prazos e no seu tempo disponível, te trará diariamente a sensação de dever cumprido, sem te esgotar. 3. DIZER NÃO Tudo bem dizer não ao que atrapalha seus objetivos e metas. Ou que simplesmente não se encaixa nas suas demandas. Lembre-se:  É mais saudável dizer NÃO,

Aprenda a usar fotos como uma ferramenta terapêutica

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Tire uma foto dos seus momentos marcantes, dos alegres e também dos tristes. Depois pegue uma xícara de chá, observe a fotografia, acolha os seus sentimentos e lembre-se: ser humano significa sentir. Sentir muito, sentir pouco e às vezes vários sentimentos de uma vez só. Às vezes até sentimos que a estação daqui de dentro, nem é a mesma da do lado de fora. Essa fotografia aqui, foi de um dia que invernou por aqui. Um dia bem triste! Me lembro que tirei a foto, porque sabia que quando essa estação passasse, eu lembraria com carinho desse dia. Mesmo que no momento eu acreditasse que o sol nunca mais apareceria, eu sabia que ele voltaria para casa. E no fim, ao lembrar desse dia, a alegria da superação reinaria. Isso ainda não aconteceu, mas eu sei que vai. Olhar para essa foto me faz refletir confiante sobre isso. Registre seus momentos, suas fases, seus ciclos. Eles são pequenos brotos crescendo da terra. Somos como flores em um pequeno universo, onde tudo tem um propósito e um fim. Exp

6 passos para ajudar uma criança que sofre abusos

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  Desde que me tornei mãe, tenho notado o quanto a sociedade é impiedosa com as nossas crianças.  Um exemplo claro é a naturalização de falas como "eu não gosto de crianças". Imagine essa frase em outro contexto, sendo dirigida a pessoas negras ou a mulheres: "Eu não gosto de negros", "eu odeio mulheres". Dispara um alerta imediato, né? A violência aos pequenos é tão grande e tão velada, que existem lugares onde a sua entrada é proibida. Existem hotéis que não hospedam famílias com crianças, restaurantes que não as aceitam e, quando aceitam, raramente são inclusivos, tendo ambientes pensados para elas. O que esperar de uma sociedade em que as crianças não são ouvidas? Elas são a parcela da mais vulnerável da nossa população. São diariamente tratadas como objetos, como pertences, além de serem coagidas e obrigadas a uma obediência cega. Por esses e vários outros motivos, precisamos estar atentos e preparados para ajudar crianças que sofrem abusos. Os 6 pass

O tempo é sua morada

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“Toda pena um dia passa E o amor vira certeza O tempo é sua morada” - Canção de Francisco, el Hombre 🎵 O homem não é dono da sua própria casa. Há coisas nessa casa que nós colocamos embaixo do tapete, há coisas nessa casa que nós repudiamos para “sermos”. A autocompaixão nos permite cuidar desses espaços comumente renunciados. O que anda renunciando para ser?⁣ Vale a mesmo a pena se esquecer? “Se o vento te levou, o tempo é sua morada Não vou esquecer Não vou esquecer Vou te celebrar” ⁣ Positivamente,⁣ Milena Mendonça 🌻 📸 registro positivo do Grand Central Terminal em Nova York, em setembro de 2019. Na minha última viagem de férias.  

Tá tudo bem! Pratique a autocompaixão no trabalho

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  Adquirimos um modo de sobrevivência no mundo moderno que é ser muito bons na autocrítica. Acreditamos que é preciso garantir que nada que nosso pior inimigo possa nos dizer já não tenha sido admitido integralmente por nós; nos tornamos especialistas na arte do ódio a nós mesmos.   Em resposta a diversas situações profissionais, passamos a nos desprezar ao ponto de não conseguirmos mais reagir. Para diminuir essa probabilidade, devemos explorar um estado emocional bastante temido pelos ambiciosos: a autocompaixão.   No ambiente de trabalho, ter a habilidade socioemocional da autocompaixão faz de você um profissional presente, atento, motivado e principalmente resiliente.    Tá tudo bem! Sim, você tem a permissão de ser um pouco mais gentil com você mesmo.   Se punir diante de uma falha, se culpar ou curtir o fracasso, não o tornará uma pessoa melhor, muito pelo contrário, vai sempre alimentar a sensação de que não sou competente. Identificar ainda o que te leva a uma

Suas escolhas são -de fato- livres?

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Elas atendem às demandas do seu “Eu verdadeiro” ou do seu “Ego”? O caminho da liberdade deveria ser óbvio, mas não é tão fácil assim, não o vivemos diretamente. Nossa mente se divide no que “vemos” de dentro de nós mesmos e chamamos de Eu, e de quando “olhamos” através da expectativa do outro, do mundo externo (seja para agradar, para pertencermos ou nos envaidecermos) o que chamamos de Ego. Assim, devido a todos os nossos anseios externos, e da pressão de pertencermos ao mundo, vivemos a partir de um ego que criamos pouco a pouco. É muito difícil esse processo de desapego para vivermos autenticamente. Automaticamente passamos a olhar tudo na lógica do “Eu e o resto”. Porém, não existe essa dissociação. A pétala pode dizer “eu sou uma pétala”, e também “eu sou uma Flor”. A separação é uma criação mental e cultural, nada existe separado de nada. Intersomos. Quando nos apegamos ao ego, nasce nossa identidade cristalizada e com resistência à mudança, uma falsa sensação de liberdade. No en
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Sermos verdadeiros com nós mesmos ajuda a entender melhor nossos sentimentos e é o primeiro passo para a cura. Não podemos tratar o que não conhecemos.   
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O despertar da consciência de si mesmo é o primeiro passo do processo de mudanças. 🌱 Para que haja transformação é necessário que possamos entender como somos, onde estamos e como queremos ser.  

Tudo bem se...

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  Permanece tudo bem se: você sair da dieta, a casa bagunçada, o estudo atrasado, a falta de motivação No seu momento: a dieta voltará, a bagunça ficará arrumada, o estudo ficará em dia e a motivação te fará fazer coisas inacreditáveis. Permita-se vivenciar o seu processo! Cecília Brayner e Denielle Novaes

Até onde respondo por mim no trabalho?

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Ser responsável por algo ou alguém indica (ou pelo menos deveria indicar) um nível alto de exigência e compromisso consigo e com o outro, seja esse outro pessoa, instituição, animal, ou qualquer outro ser. Discutir sobre a responsabilidade traz o tom de papel ativo sobre minha vida, iniciando por um processo de percepção de si mesmo, seguido por um processo de tomada de consciência para então desembocar em mudanças de atitude. Em outras palavras, ser ativo nos processos decisórios da minha vida é assumir as rédeas das situações, é “não deixar a vida me levar”, mas guiar os caminhos por onde quero e preciso me estabelecer enquanto sujeito em desenvolvimento. Quando projetamos isso nas relações de trabalho, podemos facilmente relacionar a responsabilidade à autonomia e nos questionar: até onde posso responder por mim mesma? Tenho autonomia para tomar decisões a partir do meu referencial do que é mais indicado para este momento da minha equipe ou do meu próprio trabalho? Até neste exemplo