17 de julho de 2018

Como se alimentar bem nas férias


Férias não precisam ser sinônimo de bagunça na alimentação, para provar isso separei algumas dicas para vocês. Uma boa programação das suas refeições com escolha natural e saudável, evitando exagero e associando a prática de atividade física são pilares importantes para férias equilibradas.



Programe-se, deixe pequenos lanches prontos como frutas lavadas e secas, sanduiches naturais, bolacha integral e castanhas pra você levar para onde for durante o dia. Lembre-se também de levar uma garrafa de água pois hidratação é fundamental.
Na hora de comer fora dê preferência por restaurantes de comida caseira que invistam em ingredientes naturais ou self-service. Conhecer um lugar novo inclui experimentar sua gastronomia, essa é uma ótima oportunidade de colocar em prática algumas das ideias do movimento Slow Food: apreciar a culinária local que privilegia pequenos produtores, além de sentar-se à mesa e degustar o prato sem pressa. Lembre-se de dar uma olhada nas opções disponíveis e opte por alimentos sem fritura e excesso de sal, invista sempre nos vegetais e alimentos integrais, na sobremesa temos opções mais saudáveis como frutas, picolés ou sorvetes naturais sem adição de açúcar.

 
Feijoada Vegana de shitake e tofu defumado, farofa de maracujá, couve , laranja e brotos

Nhoque de bata doce com soja, batata rústica, macarrão integral ao molho branco vegano, bolinhos de couve flor e hambúrguer de grão de bico

Aproveite esse clima de relaxamento de férias e mande o estresse embora. Associe a alimentação saudável com a prática de alguma atividade física, pode ser uma simples caminhada, natação ou pedalada; além de movimentar o corpo ajuda a queimar calorias consumidas a mais nas férias.

Sorvete de Banana e Morango 

Frutas, mix de castanha e sementes , bolacha integral orgânica, biscoito de arroz integral, requeijão de macaxeira. 

Requeijão de Macaxeira 



Lembre-se que exageros podem acontecer em uma ou outra refeição, especialmente se for conhecer um restaurante que serve uma deliciosa comida típica, não precisa se privar desses prazeres, o que vale é o equilíbrio! Por outro lado, o período de férias pode ser o pontapé inicial que faltava para que você inicie sua mudança nos hábitos alimentares, pois nesse período temos mais tempo livre e menos estresse no dia a dia, tornando mais fácil a adaptação às mudanças na alimentação. Tenha férias saudáveis, divirta-se!

Abraço, Maria Irlan - Nutricionista

13 de julho de 2018

Atividades Lúdicas para as Férias

Por, Vanessa Barros - psicopedagogoa

Durante o ano, as famílias encontram uma rotina cronometrada para fazer com que a rotina de todos se encaixem: trabalho, escola, esporte e atividades extracurriculares entram na dança. Com a chegada das férias escolares, muitos pais enfrentam dificuldades de conseguir gerenciar o tempo das crianças, seja por causa do trabalho ou por conta da quantidade de dias livres, em que mesmo em viagens, as crianças tendem a ficar entediadas.


Confira abaixo uma lista de sugestões de atividades LÚDICAS, o intuito é educar e ensinar se divertindo, e ainda garantem férias inesquecíveis:
1. Faça pipas
Diversão barata e certeira, a pipa ou papagaio pode render um dia repleto. Confira em algum site as instruções de como fazer uma pipa. Na hora de empinar, só não esqueça de ir para um descampado longe de fios de eletricidade. 
2. Aprenda origami 
Para dias chuvosos, que tal aprender a fazer origamis?  Procure com seus filhos um tutorial de como fazer a dobradura de um gato ou cachorro por exemplo.
3. Brinque de jardinagem e plantação

Crianças que vivem em cidades grandes dificilmente têm oportunidade de ter contato com a natureza. Que tal aproveitar o período sem aula para isso? Pode ser uma plantinha pequena, pode ser uma árvore, pode ser até um feijão no algodão. 
4. Faça bolhas de sabão 

As férias pedem atividades ao ar livre. Bolhas de sabão são uma ótima opção. Com um arame moldado, é possível fazer bolhas gigantes!
5. Aprenda arte com papel

Basta um jornal velho, bexigas, cola branca e um pincel para criar vários objetos usando a técnica da papietagem. Encha a bexiga e cubra com várias camadas de papel picado coberto pela cola. Depois de seco, pode virar um vaso, uma luminária ou o que a imaginação inventar.
6. Crie seu próprio brinquedo 

Vale usar material reciclado, tecidos, espigas de milho e o que mais a imaginação permitir. Não esqueça de pedir ajuda aos mais velhos. Muitos avós tinham o costume de fazer seus brinquedos. 
7. Monte peças teatrais 
Que tal montar uma releitura de uma peça que vocês assistiram juntos? Ou quem sabe criar uma história nova? Ou ainda sortear papeis em um envelope cheio de personagens (bruxa, encanador, velha, empresário, criança, fada...) e deixar a peça rolar solta? Não se esqueçam de bolar figurinos e cenários. Uma apresentação para a família também pode ser uma grande estreia bem legal.
8. Separe um tempo para leitura e contação de histórias
Será interessante que os pais apresentem opções de leitura com diversos livros apropriados à faixa etária de cada criança. Deixe-os escolherem os livros e mãos à obra.
9. Dê banho nos brinquedos
Além de deixar os brinquedos e/ou bichinhos de pelúcia mais limpos, a brincadeira ajuda a criar um senso de responsabilidade pelos objetos.
10. Brinque de praia

Não é por que você não foi ao litoral que não pode fingir que foi. Vale fazer todo mundo colocar roupa de banho, fazer brincadeiras características, fazer castelinhos de areia (ou terra) e, com sorte, até quem sabe um banho de mangueira.
* O MAIS IMPORTANTE É SOLTAR A IMAGINAÇÃO!

BOAS FÉRIAS!!!!!

9 de julho de 2018

Por que é importante tirar férias?


No início de cada semestre costuma ser ofertado várias opões de cursos nas mais variadas áreas para públicos de várias idades. Embora nós psicólogos há algum tempo já alertamos sobre a importância do ócio, é preciso consideramos que se por um lado vivemos tempos competitivos e parece vantajoso preenchemos nosso tempo livre com essas atividades curriculares. Especialistas alertam, entretanto, que se dedicar horas seguidas ao estudo ou uma única atividade traz poucos benefícios. Escolher prioridades e se decidir a elas, sem exageros, é a melhor opção. E ainda tirar uma folga dessa atividade sempre que puder.


Então, nesse momento, dedique-se ao ócio, ao tempo livre. Porém um tempo livre saudável, positivo. Descubra atividades de lazer que farão com que você tenha uma boa saúde e melhore sua qualidade de vida.

Nos tempos modernos, de conexão, raramente nos dedicamos ao ócio de maneira positiva, geralmente queremos nos entreter ou ocupar a nossa cabeça. nos desconectando com nós mesmos, e nos relacionando com o celular ou aparelhos eletrônicos. Invertemos as prioridades, se conectar hoje é mais importante do que se relacionar.

Por isso as atividades de lazer são tão importantes, porque dão energia positiva à pessoa, refrescam a mente e ajudam a longo prazo a manter a saúde e a ter equilíbrio. Além disso, também foi demonstrado que praticar atividades prazeirosas tem um efeito positivo na vida de uma pessoa. O prazer motiva, aumenta a confiança e melhora a auto-estima, fundamental para se sentir bem conosco.

Atividades recreativas também servem para socializar. Elas são uma maneira de estar com os entes queridos e desfrutar, além de nos dar a oportunidade de conhecer novas pessoas, criar novas amizades e aprender coisas novas. O lazer também nos aproxima da natureza, o que relaxa o corpo e a mente. Porém o ócio deve sempre ser destinado a criar, nunca a consumir.

Então te pergunto, quando foi a última vez que você passou um tempo esvaziando sua mente, relaxando e fazendo coisas que te divertem? Talvez você estivesse no seu celular, ou ocupando sua cabeça com alguma atividade. Todos os dias você tem a sensação de ter menos tempo para desfrutar de lazer e atividades que te relaxam? Entende porque uma vida em que o lazer, com tempo livre e dedicada a pequenos prazeres equilibrada com o trabalho, atividades e responsabilidades é importante? Ainda estamos em período de férias. Se você ainda não desfrutou de qualquer atividade que o relaxe e faça você se sentir bem, ainda há tempo para isso. Não sabe por onde começar? Tente descobrir começando um processo psicoterápico, não espere as férias acabarem, comece a olhar pra você agora.

Com carinho, Milena Mendonça.

29 de junho de 2018

Família e escola: Relação de parceria que dá certo


A família e a escola contribuem significativamente na formação do indivíduo. Para isso é necessário que sigam os mesmos princípios e parâmetros. Ainda que com os mesmos objetivos, cada uma deve fazer sua parte para que as crianças se desenvolvam em todos os aspectos.

O  papel da família na formação e na aprendizagem das crianças e jovens é ímpar. Nenhuma escola, por melhor que seja, consegue substituir a família. A função da escola na vida da criança é igualmente ímpar. Mesmo que as famílias se esmerem em serem educadoras, o aspecto socializador do conhecimento e das relações não é adequadamente contemplado em ambientes domésticos.
A família, como primeira instituição social formadora, desempenha um papel importante na formação do (filho) indivíduo, pois proporciona a constituição de sua essência. É nesse núcleo que o indivíduo torna-se um ser capaz de elaborar as suas próprias competências. A educação no contexto familiar influencia o desenvolvimento da autoconfiança da criança, formando-a e constituindo-a enquanto ser humano completo. As vontades, os desejos e as expectativas familiares que envolvem a criança promovem bem-estar e equilíbrio quando dosados e colocados à disposição de maneira adequada.
Na escola o indivíduo deve encontrar alicerce para sua formação. Cabe a ela, promover o desenvolvimento de competências e habilidades do aluno, competências essas que promoverão a inclusão desse sujeito na sociedade. Compreende-se que o papel do educador seja o de favorecer o desenvolvimento do ser humano, sendo um mediador na construção do conhecimento, com um ambiente afetivo em sala de aula, fundamental ao educando. Um espaço de alegria e ampliação de conhecimentos, descobertas e desejos, principalmente da vontade de aprender, pois nesse meio a criança recebe formação cultural.

Afinal o que entende-se por relação entre família e escola?

As relações entre a família e a escola apresentam padrões e formas de interação bem peculiares que precisam ser identificados e analisados com o intuito de propiciar uma melhor compreensão não só dos aspectos gerais da integração entre ambos como também daqueles mais peculiares a cada ambiente.

Diante de tudo isso, vemos que os pais devem participar ativamente da educação de seus filhos, tanto em casa quanto na escola, e devem se envolver nas tomada de decisão e atividades voluntarias, sejam esporádicas ou permanentes, dependendo de suas disponibilidades, no entanto cada escola, em conjunto com os pais devem encontra formas peculiares de relacionamento que sejam compatíveis com a realidade de pais, professores, alunos e direção a fim de tornar este espaço físico e psicológico.
É importante ter em mente que, em todos os tipos de envolvimento família-escola, a qualidade dos relacionamentos é mais importante que a quantidade, como nem todos os pais tiveram boas experiências no período de sua escolarização, tal fato faz com que eles transmitam percepções negativas da escola para o seus filhos e adotem uma postura distante. Restando pouco tempo para acompanhar a criança, mínimas oportunidades para realizar a aproximação com a escola, a indiferença quanto a sua presença na instituição são comuns no espaço escolar. 
Outros fatores dificultam a aproximação entre pais e professores, dentre eles, os barreiras culturais, especialmente quando a escola não os considera. Portanto, é necessário que professores e diretores desenvolvam habilidades e ações que explorem os diferentes níveis de experiências, conhecimentos e oportunidades dos pais visando uma implementação mais efetiva do envolvimento família- escola.
Que tal visitar mais a escola do seu filho(a) , e estabelecer uma relação direta com os professores(as)?
FICA A DICA 😉
Vanessa Barros - psicopedagoga

27 de junho de 2018

Como se proteger de um relacionamento abusivo

Sair de um relacionamento já não é uma tarefa fácil. Imagine de um relacionamento abusivo, quando normalmente toda a autoestima da pessoa está destruída.
Talvez você ainda esteja esperando que as coisas mudem ou você tem medo do que seu parceiro ou parceira fará se descobrir que está tentando terminar a relação. Quaisquer que sejam suas razões, você provavelmente se sente presa(a) e indefesa(o). Mas há ajuda disponível.
Há muitos recursos disponíveis para homens e mulheres abusados ​​e maltratados, busque ajuda profissional de um psicólogo para se empoderar e tomar alguma atitude.


Como sair de um relacionamento abusivo?

"Por que ele ou ela não termina?" É a pergunta que muitas pessoas fazem quando descobrem que uma mulher ou um homem está sendo maltratado e abusado. Mas não é tão simples assim. Acabar com um relacionamento importante nunca é fácil. É ainda mais difícil quando você está isolado de sua família e amigos, abusado psicologicamente, financeiramente controlado e fisicamente ameaçado.

Se você está em um relacionamento abusivo, lembre-se:

“Você não é culpado por ser maltratada ou maltratado."
"Você não é a causa do comportamento abusivo do seu parceiro ou parceira."
"Você merece ser tratado com respeito."
"Você merece uma vida segura e feliz."
"Seus filhos merecem uma vida segura e feliz."
"Você não está sozinho, nem sozinha. Há pessoas esperando para te ajudar.”

Quais os sinais de que seu agressor ou agressora NÃO está mudando:

- Minimiza o abuso ou nega o quão sério ele realmente foi.
- Continua a culpar os outros pelo seu comportamento.
- Ele ou ela diz que é você quem é abusivo.
- Se nega ou evita fazer terapia individual e pressiona para fazer terapia de casais.
- Diz que não pode mudar a menos que você fique com ele ou ela para dar apoio.
- Tenta obter a simpatia de você, seus filhos ou de sua família e amigos.
- Espera algo de você em troca.
- Pressiona você para tomar decisões sobre o relacionamento.

TOME ATITUDES PARA SE CURAR E SEGUIR

As cicatrizes do abuso são profundas. O trauma do que você experimentou pode permanecer com você por muito tempo depois de ter escapado da relação abusiva. Psicoterapia e grupos de apoio para vítimas de abuso doméstico podem ajudá-lo a processar melhor o que aconteceu e aprender a construir relacionamentos novos, seguros, saudáveis e positivos.

Após o trauma pelo qual passou, você pode estar sofrendo, com sentimentos desagradáveis, lembranças assustadoras ou uma sensação constante de perigo da qual não consegue se livrar. Ou pode se sentir entorpecido, desconectado e incapaz de confiar em outras pessoas. Quando coisas ruins acontecem com a gente, podemos levar muito tempo para superar a dor e nos sentirmos seguros novamente. Mas a terapia e o apoio da família e dos amigos podem acelerar a recuperação do trauma emocional e psicológico. Você pode se curar e seguir em frente.

Depois de terminar um relacionamento abusivo, você pode estar ansioso para iniciar um novo relacionamento e, finalmente, obter a intimidade e apoio que você merece. Mas aconselho a ir devagar. Aproveite um tempo para se conhecer, a recuperar seu amor próprio e entender como chegou ao seu relacionamento abusivo anterior. Aproveite esse tempo para se curar e aprender com sua experiência passada. E assim verdadeiramente acabar com esse ciclo de relacionamentos abusivos.

Com carinho, Milena Mendonça 

18 de junho de 2018

Por que uma relação acaba?

Por Milena Mendonça, psicóloga

Você já se perguntou, por que o amor acaba? Por que casais rompem suas relações? Acredite, a explicação é simples.
Porque a maioria de nós simplesmente não aprendeu a amar ou tem medo de lutar por esse amor. Amar dá trabalho, exige tempo e dedicação. 



Conhece alguém que ama o seu verdadeiro eu sem que você precise fazer algum esforço? Essa pessoa sabe o que você está pensando, sabe do que precisa, sem a necessidade de tanta comunicação? Um amor saudável é lindo! É uma relação igualzinha a de uma mãe saudável com seu bebê recém-nascido. Prevê todas as necessidades desse bebê, deixado-o seguro e enchendo-o de amor. Então, somos assim acostumados e tendemos a acreditar que será desta forma pra sempre.

Esse é o grande problema! Os casais vão se deixando levar pela rotina. Isso vai se perdendo. É exatamente por isso que amor e comunicação devem caminhar juntos! Esperar que o outro sempre adivinhe o que você precisa sem comunicação é algo impossível de conseguir. Fale o que precisa! Até a mais perfeita relação de uma mãe com um bebê se torna difícil exatamente por essa falta de comunicação.

Então, pare de criar expectativas. Fale, se comunique com o outro, diga o que você precisa pra se sentir feliz nessa relação.

Não nascemos sabendo amar, aprendemos! Somos adultos ainda frustrados e sofrendo por não estarmos sendo tratados como recém nascidos. Cabe a nós escolhermos quem a gente vai amar e como amaremos também! E nos dedicarmos, cuidando desse amor! E, também, querer ser cuidado! Amor é uma relação bilateral, de reciprocidade! Então fale exatamente o que precisa e comunique sempre o seu amor ♥

13 de junho de 2018

3 benefícios da Terapia de Casal

Por, Milena Mendonça
É comum os casais viverem períodos de crise, momentos difíceis e contratempos, e com o decorrer dessas vivências, o casal pode ou não ter o relacionamento desgastado, é neste momento que a terapia de casal pode ajudar.

Na psicoterapia de casal o psicólogo busca conhecer a história do casal e o que os motivou a procurar a terapia. É importante saber se ambos os parceiros têm interesse em continuar a relação, se têm dúvidas quanto a isso ou divergências. Levantamos os assuntos que o casal julga relevante serem  trabalhados e procuramos discutir da maneira mais aberta possível esses tópicos, buscando um ponto de convergência.

Alguns dos principais benefícios da terapia de casal, são:
- Melhorar a comunicação: solidificando o relacionamento, as diferenças de manejo com o outro, de otimizar a compreensão e resolução de problemas.

- Diminuir a tensão entre os dois parceiros: encorajando o progresso individual dos dois membros desde a análise do conflito pode ser uma boa oportunidade para mudar tanto pessoalmente e principalmente como um casal.

- Fortalecimento individual e do casal: ambos sentem mais confiantes em si mesmos e sentem que podem ser eles mesmos no relacionamento, tornando a relação muito mais saudável.

Terapia de casais também pode ser indicada como preparação para pré-casamento, se você quer melhorar a compreensão e relacionamento antes do casamento.

A duração da terapia de casal é em média de três a quatro meses, um trabalho breve para os padrões da psicanálise. A psicoterapia ajuda o casal a entender o que está encoberto por trás das brigas repetitivas que normalmente impedem que o casal consiga ter uma boa convivência. Então os cônjuges terão clareza dos processos inconscientes que os levaram a se escolherem como parceiros e como chegaram ao ponto de divergências. Essa tomada de consciência proporciona uma clareza dos mecanismos em jogo no relacionamento. Principalmente uma tomada de responsabilidade de que num casal não existe um único culpado nem uma única vítima.