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Veganismo é modismo?

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Acredito que o ser humano precisa de muitos estímulos para poder seguir algo. Acredito
também que o exemplo dos outros, as experimentações, as comprovações de sensações
e mudanças são os pontos chaves para que algo se transforme na nossa vida. Novidades
sempre vão surgir. Algo novo sempre vai ter. Mas o que importa é o que você pretende
ao longo da sua vivência nelas. Por que se tornar vegetariano? Por que se tornar
vegano? Qual o seu propósito? O que te estimulou? O que te fez pensar em seguir esse
estilo de vida e esse tipo de alimentação? Se foi porque viu alguém e quis experimentar
mas você ainda não entendeu de verdade o que significa, acredito que não funcionará
por muito tempo. Mas se foi porque viu alguém e quis experimentar e nesse tempo você
buscou informações, sentiu e percebeu que ela trará mudanças benéficas para si e para o
mundo, acredito que com esses argumentos você deixará que ele faça parte de sua vida.

Estamos ouvindo mais sobre o Veganismo, estamos vendo mais esta…

Você está desencorajando ou empoderado seu filho adolescente?

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Lidar com o período da adolescência é um desafio para os pais, que muitas vezes tentam antecipar as consequências – e riscos - dos hábitos e atitudes dos filhos e, a partir, se vêem diante de um dilema complicado: desencorajar ou empoderar o adolescente? A resposta pode parecer simples, mas as preocupações inerentes à parentalidade trazem muita complexidade a essa escolha.
Segundo os autores Jane Nelsen e Lynn Lott, desencorajar é fazer pelos filhos o que eles podem fazer por si mesmos, é se colocar entre o seu filho e a experiência de vida. Esse desencorajar geralmente vem do medo, da preocupação, da culpa ou da vergonha.
Empoderar, por outro lado, é deixar de se colocar entre a vida e seus filhos, mas estar disponível para dar apoio e encorajamento. Também é fazer com eles em vez de fazer por eles. Comportamentos empoderadores dão aos filhos a oportunidade de aprender com os erros e fortalecer sua autonomia.
Para ajudar a estabelecer coragem nos adolescentes:
- Te…

Benefícios de participar de grupos terapêuticos

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A participação em terapias de grupos traz uma série de benefícios e possibilidades terapêuticas que pode facilitar a escolha dessa modalidade de tratamento por parte dos seus membros. No grupo, os participantes são convidados a expor seus medos, problemas e dificuldades de forma acolhedora e sem julgamento.
O psicólogo, como o facilitador desse trabalho, faz suas intervenções quando necessário. Os outros participantes interagem contando suas experiências, angústias e dores. No grupo há um
espaço seguro para essa troca, assim como na terapia individual, o sigilo é um componente indispensável entre os membros.
Outro aspecto importante a ser considerado no grupo terapêutico é a igualdade em que são tratados todos os membros do grupo, com respeito e dignidade. Os encontros podem ser semanais ou quinzenais, a participação em grupos terapêuticos não dispensa a terapia individual, porém, pode ser uma escolha viável para quem não pode financeiramente fazer o atendime…

Autenticidade: um ato de amor

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Como mostro quem sou? Já pensou sobre a necessidade humana por autenticidade? Pois é, ser você mesmo importa para sua saúde mental. É comum se falar sobre isso, principalmente entre aqueles que estão buscando a felicidade e a realização de seus sonhos. Diversas linhas teóricas da psicologia e da terapia apresentam formas e técnicas para se conhecer e para se permitir ser quem se é. E, então, desenvolver mais autonomia e aumentar as chances de alcançar o que se busca. Na verdade, indo mais a fundo, eu diria que se aprende a entender o que realmente se busca e quais sãos as necessidades que estamos tentando suprir no percorrer desse caminho terapêutico. Estar conectado com sua essência, exercitando a autenticidade pode lhe ajudar e muito com isso.  O médico, palestrante e terapeuta Canadense Gabor Maté é autor de diversos livros que ressaltam nossas necessidades de apego e da construção de quem somos. Ele é também conhecido por seus estudos sobre vícios, traumas e desenvolvimento humano. …

Mudar hábitos alimentares, será que é possível?!

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Nós estamos sempre passando por mudanças. Essas mudanças nos levam para algo melhor ou ao menos algum aprendizado teremos.
Será que nossas condutas atuais estão gerando benefícios para a gente, para o próximo e para o nosso planeta?
Somos responsáveis por cada escolha que temos.
Te convido para assumir sua autorresponsabilidade nos seus hábitos alimentares diários e com isso trazer para sua vida mudanças que te trarão melhorias no seu mundo interior e exterior.

Já pensou em usar sacolas de pano quando for fazer suas compras de alimentos? Usar menos plástico ajuda no processo da reconstrução ambiental e com isso podemos viver em ambientes mais limpos e seguros!
E levar seus potinhos de vidro quando for comprar seus alimentos por peso! Já evitaremos o uso de saquinhos plásticos e consumiremos o necessário baseado no seu plano alimentar!
E na hora de cozinhar, já pensou em preparar a comida somente aquela quantidade que for comer? Pra que exageros? Pra que desperdícios? Comemos só aquil…

Autoaceitação e autocrítica

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Autoaceitação é a capacidade de aceitar a si mesmo como você é, em vez de como você gostaria de ser. É a base do florescimento, embora para muitas pessoas seja mais fácil falar do que fazer. Para viver de maneira plena e serena, você deve entender o equilíbrio entre o positivo e o negativo e se esforçar para aceitar tudo o que a vida lhe reserva.


Assim, temos que reconhecer nossa crítica interior, combater a autocrítica e os pensamentos negativos que temos de nós mesmos. Isso fará com que você se sinta mais confiante, mais seguro e, acima de tudo, mais feliz. Imagine você tirar um peso, se afastar de alguém que está constantemente denegrindo você e te dizendo coisas negativas. Geralmente essa pessoa que te trata com tanta crítica, é você mesmo. Já parou pra pensar sobre isso? Como você anda se tratando?
Certamente depois que você se afastar dessa "pessoa negativa", você pode se sentir totalmente livre para fazer o que quiser, aceitar-se e conquistarmuito mais coisas do que voc…

Como melhorar o aproveitamento de cálcio no organismo?

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Esse mineral é necessário para coagulação do sangue, contração muscular e constituição óssea. Sua biodisponibilidade (quantidade desse composto presente no alimento que pode ser absorvida e utilizada pelo organismo) é intensificada pelo ácido cítrico. Ela é mais eficiente no inicio do intestino delgado e do intestino grosso. Por isso que a flora intestinal deve estar adequada para produzir um meio ácido. Não basta simplesmente ingerir o cálcio, é preciso saber a quantidade que conseguimos absorver do mineral existente no alimento.



Quanto precisamos ingerir de cálcio por dia? Ninguém sabe com precisão a quantidade de cálcio diário para a manutenção da saúde. A recomendação a ser seguida, por ser considerada mais segura, é a dos Estados Unidos, de 1000 mg por dia. Ela é superestimada. Mas cada país tem a sua tabela e os que não tem seguem a que acham mais válida.

A ingestão de cálcio para os vegetarianos que ingerem leite e queijo regularmente, não há problema. Para os vegetarianos estr…

Meu filho virou um adolescente, e agora?

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Existe uma consciência coletiva equivocada sobre a adolescência e que vem sendo passada de geração em geração. Ensinamentos que diminuem a adolescência a uma fase complicada, de rebeldias, dores de cabeça e ingratidão. Mas o que, de verdade, pode ser entendido sobre a adolescência e a relação que se estabelece entre pais e filhos nessa fase?


O fato é: quando os filhos chegam à adolescência os pais automaticamente entram em uma fase de incompetência e vulnerabilidade, na qual o que foi construído/mantido no ciclo anterior precisa, agora, ser repensado. É nesse contexto que surgem os conflitos, os afastamentos e a construção de rancores.
É papel dos pais, entretanto, como indivíduos mais maduros e experimentados, assumir a tarefa de distinguir em seus filhos o que são comportamentos e o que são emoções. É muito importante focar nas atitudes especificas dos adolescentes, sempre evitando rotulá-los como preguiçosos, apáticos ou ausentes. Não é tarefa fácil.
A fórmula para o equilíbrio na…

Reconstruindo sua vida após o divórcio

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Quando uma relação amorosa chega ao fim algumas pessoas se deparam com a frustração e a dor de ver o sonho de construir uma família sendo diluído com a separação, é uma dor imensurável. Além de ter que lidar com as próprias dores, anseios, medos, frustrações, julgamentos e culpa, a pessoa ainda se vê tendo que lidar com o que a outra pessoa está fazendo da vida dela (acredite, esse pode ser um fantasma que assombra os recém separados). O divórcio é a crise na vida adulta mais comum, também é uma dor subestimada por muitas pessoas, até passarem por ela!


As fases que uma pessoa no processo de separação conjugal passa podem ser as mesmas enfrentadas no luto por morte de alguém querido. Algumas pesquisas na área afirmam que os recém divorciados podem enfrentar o pior nível de bem-estar e felicidade, maiores níveis de depressão e outras psicopatologias. É considerado por alguns estudiosos como o maior evento estressor e traumático na vida de um adulto. Então, se esse é o seu caso, não sub…

O que a raiva não faz

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Entender o que sentimos é importante. Viver por aí despejando emoções sem cuidado e sem enxergar o que está por trás delas, pode nos levar a caminhos contrários ao que estamos buscando. Veja, nossas emoções são também formas de comunicação. Formas essas cheias de informações sobre nossa maneira de se relacionar. Muito do que não conhecemos sobre nós pode ser melhor analisado através do que sentimos e os efeitos desses sentimentos em nosso corpo, nossos relacionamentos e nossa vida. 


Na teoria do apego, com um olhar no desenvolvimento de um vínculo saudável entre cuidadores e suas crianças, sentimentos como a raiva precisam de espaço e acolhimento. Para que assim a criança aprenda a lidar com a raiva de forma saudável. Mas o que isso significa exatamente? 

Significa observar e perceber qual é a melhor maneira para que você e sua criança aprendam a lidar com sentimentos difíceis ou desconfortáveis. Entendendo ainda que esse desconforto é aprendido e percebido de diferentes formas a depend…